Oh! Meu Povo Querido

Oh! Meu povo querido,
a quem sempre tenho amado,
cada vez fico mais rico,
por ser tão bem votado.

Sonhas com a solução
e tentas encontrar a sorte,
mas nunca te darei atenção,
mesmo após a minha morte.

Oh! Meu povo querido,
a quem sempre tenho discursado,
lamento ter prometido,
o que nunca vai ser executado.

Sonhas com melhorias
e mais educação,
não contes com a minha euforia,
eu quero mesmo é viajar de avião.

Oh! Meu povo querido,
que vota com o coração,
me perdoe ter te ofendido
e não se esqueça de mim na próxima eleição!

Durante a segunda fase de revisão do livro O Evangelho das Ruas, realizada pelo professor Antonio Scundiuc Freire, decidimos tirar a oração dos políticos corruptos (por princípios religiosos) e então Freire, certa dia inspirado, escreveu esta poesia que consta no livro.

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Dica para quem não pesca clientes

Por Marcelo Andrade

Mesmo quando não estou envolvido financeiramente num projeto/empreendimento é duro vê-lo naufragando. Talvez até inconsciente pensamos nos nossos sonhos, nos projetos que um dia pode sair do papel.

No comando da produtoramc, prestando serviços de comunicação e marketing para pequenas e médias empresas, vejo com frequência um ou outro empresário quebrando e então mergulho numa profunda reflexão sobre o processo de divulgação. Onde aquele sujeito errou? Foi no atendimento? No cartão de visita? Na ausência de planejamento? Ou simplesmente quebrou porque a sociedade não vê finalidade no produto ou serviço oferecido!

Muitas vezes identifico que o principal problema é a falta de recursos para investir num processo básico de comunicação. O empreendedor até sabe que é importante, mas prioriza o estoque de mercadorias, outras vezes a manutenção de funcionários. Porém, vale relembrar duas frases clássicas dos marqueteiros: “a primeira impressão é a que fica” e “quem não é visto não é lembrado”.

Vamos então fazer uma comparação um pouco tola. Imagine um rio repleto de peixes, você no seu dia de folga com a família naquele jardim maravilhoso, pertinho do Rio e com quase todos ingredientes para um banquete. Porém, por falta de planejamento, você esquece a vara de pescar em casa e a frustração toma conta de todos. Agora imagine que os peixes são clientes perdidos por falta de comunicação/interação.

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Para o que der e vier

São Paulo, 16 de abril de 2016, é sábado a noite e o principal debate político brasileiro é de que lado o bastão vai ficar…

Não há uma grande manifestação para debatermos como pagaremos menos impostos. Trabalhar quase 5 meses só para alimentar o governo é foda!

E não me interessa se você paga menos ou mais impostos do que eu. O que pagamos – somando todos os brasileiros/contribuintes – não condiz com serviços públicos decentes.

Melhorou, é notório. Mas o Brasil e o seu povo merecem muito mais. Foda-se a bandeira partidária. O foco é onde queremos chegar. Estou pronto para o que der e vier.

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No rabo da crise

Se eu ficar deitado me deixe no chão… Garçom… A música desliza das caixas de som da padaria. Ao lado, no ponto de ônibus, dois senhores debatem e associam a crise do país ao sujeito pessimista.

– O filho da puta olha para o copo com água pela metade e fica desesperado. Pensa na morte, chora e muitas vezes deixa até a mulher. Deixa de…

– Tem muitos, mas também tem aquele que olha para o copo feliz da vida, olha para o céu, agradece e toma convicto que Deus está ajudando ele.

– Tem mesmo! E eu não sei exatamente quem está certo ou errado. As vezes o cara apanha tanto da vida que qualquer curva mal feita é sinal de tragédia.

– Realmente não podemos julgar, mas a gratidão é uma peça importante no jogo. Somos energia! O que jogamos no ar, volta temperadinho.

Meu ônibus chega e não dá tempo para mais nada.

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O desafio da honestidade

Entro numa adega no Jardim Rosana e um Criolo está no balcão comprando quatro latinhas de cerveja, sendo uma sem álcool. Ele conversa com o atendente, um idoso aparentemente baiano.

– Eu falo para o meu filho! Se tiver uma bala na mesa e não for sua, não mexa de jeito nenhum.

Aproximo dos dois e cumprimento com a cabeça. O criolo segue falando sem querer levar vantagem:

– Meu pai me ensinou isso, hoje ele é falecido, mas eu nunca desrespeitei ele e falo isso pro meu filho. Eu não quero nada que é dos outros, mas o que é meu é meu.

O atendente não diz nada, apenas concorda com a cabeça. Eu não resisto e acrescento:

– Lá em Brasília, na Casa do Poder, parece que a regra é exatamente ao contrário. Os políticos não foram educados assim.

O criolo balança a cabeça dizendo sim e acrescenta:

– Cada coisa que acontece nesse país e ninguém faz nada. É uma sujeira muito grande, uma vergonha amparada na lei. Deus que me livre. Eu não tenho tudo, mas deito na minha cama e durmo.

Pago o meu pedido e atravesso a rua tentando imaginar uma criança olhando para uma bala que não é sua. Você pegaria?

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O padeiro queimou a rosca

– Você vive num país e os seus governantes públicos demonstram que dominam o mundo, seu arroz e feijão.

– Se eles mandam no mundo quem governa o universo? Quem dá ordem as estrelas, ao mar?

– Dizem que um país mal educado está propício a grandes tragédias! Mas quando não temos alternativas honestas para votar, você se torna refém. Investe através dos impostos ciente que está tomando prejuízo. É burro de qualquer lado ou partido.

– Vai tomar o café puro ou com leite? A pizza saiu agora!

– Se os governantes não são justos; ontem não eram e hoje também não são, você vai cobrar o que? Quem tem moral nesta história?

– Não sei! Estão dizendo que o padeiro queimou a rosca. Mas deixa isso pra lá. Seu pedido está aqui. Boa noite!

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Discussão entre a vida e a morte

Há debate para todos os gostos sobre o fim da vida, principalmente entre as religiões. Mas mesmo transmitida em tom de verdade, como geralmente acontece, a passagem para lá ainda é um mistério. Outro dia, na esquina da imaginação, registrei um papo interessante. Foi por acaso e começou com um simples aperto de mão. Elas se encontraram como fazem desde que o mundo é mundo, mas desta vez uma olhou para a outra e a discussão começou:

– Você sabe Vida, mas eu preciso dizer que no final eu sempre levo a melhor. Seu fim é o meu começo.

– Sua ingrata! Não fale assim Dona Morte. Quem disse que o fim é realmente um fim? Você não é nada sem mim. Sua infeliz!

– Cala a boca Vida! Você morre de medo de mim. Eu sou a incerteza mais gostosa da face da Terra. Todos por lá, inclusive, vão me conhecer um dia e você vai ficar chupando dedo.

– Você é ousada demais para o meu gosto, Dona Morte. Esqueceu-se da ressurreição de Cristo? O Filho do Criador massacrou você, bobinha. Você ficou por três dias com Ele, toda feliz, achando que podia tudo e simplesmente dançou. Agora Cristo está nos meus braços, vivinho, vivinho. Invoque-o para ver! Você foi humilhada Dona Morte e mesmo assim não toma vergonha na cara!

– Jesus Cristo, digamos, teve sorte. Mas não é qualquer um que viverá para sempre. Muitos estão nos meus braços, no palácio da escuridão.

– Estão! Mas podem sair a qualquer momento. O julgamento final faz você suar frio! Não é verdade?

– Olha Vida, eu já perdi muito tempo conversando com você. Eu vou embora porque têm muita gente esperando por mim.

– Vá, sua covarde! Eu vou continuar desfilando pelo mundo, irradiando a beleza do meu Mestre, sorrindo, cantando e brincando com as crianças.

– Tudo bem, mas não esqueça que eu estou atrás de você (risos).

– Olhe bem para a minha cara de preocupação! Você é só uma passagem, uma invenção do tempo. Você nunca conhecerá a eternidade. Você é covarde Dona Morte. Vá dormir no seu caixão e não me encha o saco! Preciso viver.

– Vou mesmo, porque essa claridade está me incomodando. Beijinhos Vida e no fundo foi bom falar com você.

– Tchau Dona Morte. Eu vou continuar por aqui e pronta para amar! Só quem está vivo tem esse direito. Lembre-se disso quando acordar.

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